0

O que é pior?

 Foto retirada do site http://blogoops.blog.com/2010/02/12/big-brother-brasil-ou-a-fazenda/
 
O que é pior: anônimos tentando aparecer ou pseudo’s famosos tentando (re) aparecer? Você, por enquanto, nem faz juízo do que eu possa estar falando, né? Mas se você é ligado em televisão até pode ter uma ideia.

Claro que falo de reality show. Não sou um fã destes programas, não olho, não acompanho e nem torço para ninguém.

Apenas fico abobado, isso mesmo que você leu: abobado, com tudo que acontece em torno destes programas. Desde os participantes até os tele expectadores.

Os tele expectadores eu até entendo. Fofoca e voyeurismo parecem fazer parte da vida de alguns brasileiros. Uma pena, mas é verdade.

Agora o que eu não entendo são os participantes destes programas. Ainda mais os “famosos” que participam.

Os nãos famosos que participam eu tento entender. A vontade de aparecer, ser famoso, ter quinze minutos de fama, faz parte do ego de todos. Mesmo aquele intelectual quer ter a sua obra vista por todos, ou por outros intelectuais que seja.

Então isso não é coisa de “povinho” como muitos, ou alguns, pseudo’s intelectuais gostam de dizer, mas sim de qualquer ser humano daqui, dali e de lá.

Eu só não entendo é o comportamento dentro da casa. Não entendo as bebedeiras, os apelos baratos. O papo excessivo sobre sexo, e principalmente sobre a abstinência sexual, que os apresentadores fazem questão de explorar.

Exploram por que sabem que os participantes vão falar aquilo que o povo gosta de ouvir, ou seja, varias besteiras que nada poderá se aproveitar.

Como eu disse antes, um anônimo, beleza. Beleza dentro de um limite, claro. Agora um “famoso”, alguém que já está exposto na mídia seja por qualquer tipo trabalho, vem e fala inúmeras besteiras, se expõe de forma ridícula em frente às câmeras, briga e fala mal, a ponto de quase chegar as vias de fato é intolerável.

Alguém a de dizer: ah, mas são famosos de segunda linha. Atores e cantores esquecidos, modelos que ninguém nunca ouviu falar, mulheres que já posaram nuas ou fizeram filme pornôs.

Não importa. Acredito que em frente às câmeras devemos ter certo comportamento, mais ou menos comparado quando você está numa igreja. (risos). Exageros a parte, acho que o respeito em frente às câmeras deve ser exemplar.

Hoje quando abro o meu navegador para ler as noticias do dia, da noite passada enfim, me deparo com algo lamentável. Dizia a manchete “Ângela Bismarchi assusta Britto Jr. ao responder pergunta íntima em ‘A Fazenda’”.

Como sou bem curioso e nada hipócrita cliquei para ler sobre a tal pergunta intima e principalmente sobre a resposta que teria assustado Britto Jr. Foi então que fiquei boquiaberto e querendo entender algumas coisas.

Sobretudo queria entender como a Record está descendo tanto o nível. Uma emissora que é comandado por um Bispo de uma igreja evangélica, que passa a noite toda passando palavras do Senhor e no horário nobre passa uma mulher dizendo que terá que "achar um canto escondido para se masturbar".

Aonde chegamos? A que ponto chegou a TV brasileira? Pensei que depois do “Sushi Erótico”. Você sabe o que foi o Sushi Erótico”? Clica aqui e veja.

Mas voltando ao assunto, depois do polêmico episódio do tal Sushi achei que TV no país tinha dado um salto de qualidade, isto depois do reality show aparecer no Brasil...

Programas velhos, ultrapassados, sem renovação, sem criatividade, cheio de baboseira, vazio de sabedoria, um lixo para não usar outros termos. Seu Público tem um apetite muito abaixo do esperado, e além do mais lhe falta capacidade real de escolher uma boa opção de programação.

Sorte de alguns que existe a TV a cabo e outros canais alternativos além do trio parada dura: Globo, Record e Sbt. Aqui mesmo já escrevi sobre isso, da uma olhada e tire suas conclusões. E como o povão gosta mesmo é das brigas e dos “rala-e-rola”, “Edredom”,  viva o voyeurismo barato! Viva a idolatria aos famosos!

Enquanto isso vou seguindo com meu PC, meus filmes, meus programas e minhas duvidas...

Emerson

0

Coisas que aprendi depois de casado...

Posted by Emerson on 14:46 in , ,
Foto retirada do site http://www.comofazeronline.com/como-lidar-com-o-dinheiro-no-casamento/

Primeiro que a esposa nada mais é que sua Mãe numa versão atualizada, mais chata, complicada e difícil de entender! (risos).

Segundo que tudo é muito caro. Nossa, quando meus Pais viviam reclamando do preço das coisas, que isso ou aquilo subiu de preço eu nem dava muito bola, sempre achava que era um exagero, mas claro né, o dinheiro não era meu.

Agora que sou um dos responsáveis pelas compras da casa, entendo e vejo como tudo tem um valor exorbitante, como as coisas sobem de preço a cada semana, mês e, não sendo muito exagerado - mas já sendo, sobem a cada dia.

Até meses atrás meu salario costuma render, hoje quando eu vejo acabou... Mas aos poucos vou acostumando, dando um jeito aqui e ali, e fazendo o mesmo multiplicar.

Mas não foi só isso. Aprendi que ter responsabilidades é muito difícil. Tomar conta de uma casa, manter a mesma organizada, arrumada, consertada é muito complicado. Não é mais como antigamente, quando algo estragava e eu gritava: Mãeeeeeeee!!!!

Hoje tenho que estar de olho em tudo, cuidando tudo, verificando se nada está fora do lugar, errado ou estragado. E se tiver problemas? Tenho que consertar né!!!!

Então, chegamos ao meu aprendizado mais difícil, doloroso e complicado.

Qual aprendizado? Que não sei fazer nada! 

Como eu disse antes, sempre que algo estragava na minha casa (Casa dos meus Pais), eu gritava pela minha Mãe, que por sua vez chamava o meu Pai, então as coisas se consertavam.

Agora é tudo comigo... Só que ai que mora o problema, pois eu não sei fazer nada! (risos). Não que eu seja um incapaz, obvio que não! Mas fica tudo mais complicado, tudo eu tenho que recorrer ao meu amigo: Google!

Desde recarregar uma bateria de carro até outras coisas mais simples, que prefiro não comentar aqui, para não passar uma vergonha tremenda, mais do que já estou passando. (risos).

Aos poucos vou tomando noção das coisas, me tornando o “Homem da casa” de verdade e não só no sentido figurado. (risos).  O mais chato nisso tudo é conviver e aguentar as piadas da minha amada esposa.

Ela sabe que essas coisas me chateiam, ai mesmo que ela faz. Mas tudo na base da brincadeira, aquelas provocaçõezinhas de casal. Um fica provocando o outro, neste caso mais ela do que eu né!

E assim segue minha vida de casado, aprendo coisas a cada dia que passa, vivendo novas aventuras, me divertindo, me chateando vez em quando, mas tudo isso faz parte de um bom relacionamento.

Um abraço de cara casado que está aprendendo muito com esta vida!

Emerson

0

Estar casado de A a Z

Foto retirada da internet

O texto a seguir pode parecer clichê, mas é a minha visão do casamento. Com certeza você já deve ter visto uma lista assim por ai, mas volto a repetir: é a minha visão do casamento. Portanto qualquer semelhança com qualquer outra coisa, ou lista, é mera coincidência.

Estou casado há pouco mais de um ano e a única noção que tinha de casamento era o dos meus Pais. Então fui para um casamento às escuras, somente com as experiências dos namoros antigos.

Mesmo sem saber nada achava que uma coisa era essencial para o casamento dar certo: ceder.

Para chegar a esta conclusão me vali dos namoros e principalmente filmes. (risos). Sim, filmes – os grandes filmes, claro – são excelentes fontes de pesquisa. Podem ajudar e muito. Claro que em filme tudo da certo no final, mas na vida... Teria de pagar pra ver!

E estou desposto a pagar. Estou disposto a correr qualquer risco que o casamento possa oferecer.

Acho que estou no caminho certo, pois encontrei a mulher certa. Os meus sentimentos, e os dela, são os mais verdadeiros possíveis, então o que pode dar errado? Só se nós mesmos quiséssemos para algo dar errado, eu acho.

Depois da união e com o passar dos dias, depois das primeiras brigas e desculpas, comecei a perceber as coisas e com isso aprender a levar o meu casamento. E baseado nisso cheguei a uma lista sobre o que é o casamento (para mim).

Estar casado é Amar;
Estar casado é Brindar o amor;
Estar casado é Ceder quase sempre;
Estar casado é Dormir no sofá às vezes;
Estar casado é Entender que NÃO é realmente não;
Estar casado é Facilitar sempre que possível à vida da pessoa amada;
Estar casado é Gostar muito dela, mas sem esquecer você;
Estar casado é Harmonia no casamento sempre e sempre;
Estar casado é Insistir quando ela disser não;
Estar casado é Jamais trair a confiança da pessoa que se ama;
Estar casado é Liberdade: porque amar não é amarrar alguém;
Estar casado é Mostrar que você a ama apesar de tudo;
Estar casado é Não decepcioná-la;
Estar casado é Ouvir tudo que ela tem a dizer;
Estar casado é Para sempre: até que a morte os separe;
Estar casado é Querer ela sempre e sempre;
Estar casado é Respeitá-la sempre;
Estar casado é Saber que com o passar dos tempos dores de cabeça serão frequentes;
Estar casado é Ter que abrir mão do seu time, seus amigos, redes sociais...;
Estar casado é União, pois juntos somos mais fortes;
Estar casado é Ver a vida com outros olhos;
Estar casado é Xingar e ser xingado, mas cuidar as palavras;
Estar casado é Zelar por quem você ama!

Depois disso o que mais posso dizer? Acho que não tem mais nada a falar, apenas viver este conto de fadas da vida real.

Celebrar este primeiro ano do resto de nossas vidas e como diria Vinícius de Moraes no Soneto de Fidelidade “... que seja infinito enquanto dure”.

Emerson

0

O amanhecer

Posted by Emerson on 10:07 in , , ,
(Lauro Alves / Agencia RBS)

Calma, gente! Eu não estou falando de filmes sobre vampiros e, sim, uma preferência. Pode parecer meio estranho, mas meu período preferido do dia é ao amanhecer. Adoro acordar nas primeiras horas da manhã.

Enquanto alguns querem a noite e acordar tarde eu quero o inverso. Para mim a noite foi feita para dormir e o dia para ser vivido.

Curto acordar com os primeiro raios do sol nascendo. Sentir aquele friozinho gostoso da manhã, apreciar o silencio das primeiras horas e ver a cidade acordando, pessoas passando seja para trabalhar ou estudar.

E é com este friozinho da manhã, com o silencio das primeiras horas, que me parece fazer bem, que sento com minha xícara de café preto para ler o jornal ou assistir TV.

Hoje foi um dia destes. Acordei eram mais ou menos cinco e meio passada. Levantei e fui olhar o amanhecer. Apesar de ainda estar escuro, no horizonte, viam-se os primeiros raios de sol. Junto com os primeiros raios de sol, ouviam-se os primeiros barulhos de carros e de passos largos e rápidos ao longe.

Quando se está despreocupado você olha o mundo com outros olhos. Pode até parecer clichê esta ultima parte, mas é a verdade. Três vezes por semana eu acordo cedo. Mas tudo isso não parece ser igual. O barulho, as pessoas... Por que será né. (risos).

Acordar cedo não é novidade na minha vida. Como meus pais trabalhavam muito cedo, sempre ficamos em creches e devido isso éramos obrigados a acordar cedo. Quando se é criança e ruim despertar logo nas primeiras horas do dia, mas era preciso.

Este fato me deixou “mal acostumado”, pois acordar cedo virou rotina na minha vida. Hoje não importa a hora que eu vá dormir no outro dia logo cedo estou de pé. Um pouco cansado, confessando que gostaria de ter mais algumas horas de sono.

Mas tudo na vida tem o lado bom e o lado ruim né. Mais um clichê. (risos). Enquanto o lado bom de acordar cedo é curtir o dia desde as primeiras horas, ver a cidade acordando e tal, o lado ruim é o cansaço.

Mesmo que uma boa xícara de café me deixe “ligado” por algumas horas chega um momento que os olhos e, principalmente, o corpo não aguentam. Bocejos tornam-se frequentes e aquela vontade de não fazer nada predomina.

Conforme as horas vão passando o dia parece ficar chato. O barulho passa a me incomodar e o meu mau humor parece ficar mais evidente.

Infelizmente não tenho o costume de dormir à tarde ou enquanto vou ao trabalho, por exemplo. Se nas primeiras horas tenho pique de sair correndo por ai, no meio do dia só consigo caminhar e quando vem chegando à noite só quero cama.

Isso pode parecer meio controverso, pois já escrevi aqui mesmo que eu durmo pouco, devido a isso passo o dia cansado, mas em tudo na vida tento achar o lado bom.

Então poder ver como tudo começa, como tudo vai ganhando aceleração, mesmo que comigo aconteça ao contrário, enquanto o dia cresce eu diminuo, isso não tem preço ou não tem mau humor que resista.
.
Abraços de alguém que dorme pouco, mas fica feliz da vida por isso. (risos).
.
Emerson

0

A dor da invisibilidade

Imagem retirada do site http://www.alexandrebelem.com/index.php?/ensaios/invisibilidade/
Quando eu era criança eu tinha um sonho ou um desejo muito louco: eu queria ser invisível. Duvido que alguém na vida, em algum momento que seja, não desejou ser invisível para qualquer motivo.

Eu queria ter o dom da invisibilidade principalmente quando minha Mãe escondia os presentes de natal, aniversario, pascoa e por ai segue.

Quando se juntava a gurizada da rua todos queria ser invisíveis para outros motivos, queríamos comprovar nossas fantasias... Invadir espaços onde não éramos bem vindos, tipo vestiário das gurias. (risos).

Existiam outros momentos em que queríamos ser invisíveis. Dias de prova era um exemplo. Eu sou do tempo que as provas eram feitas a base do mimeógrafo (não sabe o que é mimeógrafo? Joga no google!).

Voltando ao assunto, as provas eram feitas a base do mimeógrafo, então na hora que os professores iam fazer as copias queríamos ser invisíveis para ir lá e roubar uma delas e colar na hora da prova...

Quanta bobagem né. Mas é que as copias demoravam, e nós, ao invés de estudarmos, ficávamos “viajando”.

Na vida pessoal tinha momentos que eu queria sumir, ou melhor, ser invisível. Quando eu falava uma besteira na frente de uma guria, por exemplo, que eu estava paquerando eu queria muito ter este poder. Ou quando alguém me sacaneava, me fazia passar uma vergonha terrível, nossa eu só queria sumir ou que ninguém me visse.

Depois você vai ficando adulto e nem se liga mais nestas coisas, quer mais é dar a cara a tampa e como cantaria o Renato Russo “provar para todo que eu não precisava provar nada pra ninguém”.

E é nesta fase da vida que a dor da invisibilidade começa a surgir, dar as caras. Seja o seu chefe que parece não enxergar você e seus feitos, seja aquela gatinha da faculdade, do trabalho ou da vizinhança que por mais que você faça não o vê.

A dor torna-se maior, mais dolorosa quando isto acontece no seu meio familiar. Você dentro de uma casa enorme e todos lhe ignorando.

Ninguém fala com você. Não lhe dão bom dia, boa tarde ou boa noite. Não mandam você nem a merda, ou talvez mandem, mas não externam isso, afinal, você está invisível para estás pessoas.

Apesar de ser uma pessoa extremamente tímida com outros, dentro do meio familiar eu falo pra caramba. Gosto de conversar, brincar, rir e chorar... Mas chegar ao ponto de chorar por que ninguém fala com você dói muito.

Pensei que não existia dor maior que a dente, mas sim, existe: a dor da invisibilidade. Nem a dor de perder um ente querido supera está. E eu senti estás duas dores. E nada chegou perto da dor de ser invisível para alguém se gosta muito.

Não sei o que se passa na cabeça de das pessoas quando fazem isso. Não sei o que elas ganham ou qual é sua intenção. Eu sei que dói muito, machuca pra valer, mas sempre saio mais fortalecido.

Algumas vezes já devo ter cometido este erro na minha vida. Já devo ter ignorado pessoas por qualquer motivo que seja. Mas nunca deixei de falar com alguém por aversão, se tenho problemas com qualquer pessoa que seja tento resolver.

Pois acredito que não é ignorando o outro que vamos nos acertar, ou passar a nos enxergarmos.

Não é a primeira vez que sinto esta dor. O incrível é que comecei a sentir depois de grande. E nós últimos tempos tornou-se mais frequente. Basta qualquer motivo para eu tornar-me invisível.

Como vem se tornando mais repetido, mais frágil eu fico e com uma vontade maior ainda de atirar tudo para o alto e sair correndo não sei pra onde, ou melhor, claro que sei: para o colo da minha Mãe. Esta sempre me enxerga.

E por estas e por outras que volta e meia gostaria de ser criança novamente. Vivia no meu mundo quieto, na minha, com os meus amigos imaginários, meus sonhos irrealizáveis, minhas paixões platônicas.

Neste momento da vida é que damos valor ao nosso tempo de criança, só que naquela época queríamos mais é ser “gente grande”. Se soubéssemos como é chato ser gente grande. Que como é triste quando temos os poderes que sempre sonhávamos, seriamos crianças para sempre.

Mas eu tinha que crescer e ser visto, para como diz o ditado, ser lembrado. Mas devido a estas ironias do destino não é bem o que vem acontecendo.

O certo é que não posso me entregar, e quanto a está dor que eu venho sentido, nada tão doloroso que um paracetamol não resolva... (risos).

Emerson

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails

Copyright © 2009 Blog do Emerson All rights reserved. Theme by Laptop Geek. | Bloggerized by FalconHive. Distribuído por Templates